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Papa Francisco pede “perdão” a ciganos por discriminações cometidas pela Igreja Católica

Papa Francisco
Papa Francisco

O papa Francisco pediu “perdão” aos ciganos em nome da Igreja pelas “discriminações, segregações, maus-tratos”, durante um encontro neste domingo com representantes desta comunidade na Romênia.

“Peço perdão, em nome da Igreja, ao Senhor e a vocês, pelas vezes em que, no curso da história, nós os discriminamos, maltratamos ou os olhamos mal”, declarou o pontífice em um discurso dirigido à comunidade cigana da cidade de Blaj, na região central da Romênia.

Na última etapa de sua viagem de três dias à Romênia, o papa se reuniu com integrantes da minoria cigana, que tem entre um e dois milhões de pessoas em um país com 20 milhões de habitantes, onde constituem uma comunidade pobre e com frequência marginalizada.

Francisco foi recebido por milhares de pessoas no bairro de Barbu Lautaru, construído ao redor de uma rua estreita, de casas pequenas.

Depois de saudar uma família e receber flores de um menino, o pontífice se dirigiu aos fiéis de uma pequena igreja do bairro e pediu aos ciganos que “assumam seu papel preponderante, sem ter medo de compartilhar e oferecer estas notas particulares”, que são parte de sua identidade, citando seu senso de “família, de solidariedade, de hospitalidade”.

Na Europa, o número de ciganos é calculado em entre 10 e 12 milhões.

Fonte: AFP

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Pastor é assassinado por cartéis de drogas, no México

Bandeira do México
Bandeira do México

Para surpresa de muitos, o México está na Lista Mundial da Perseguição 2018, ocupando a 39ª posição.

Cristãos são ameaçados, agredidos e até mortos por causa da fé. Longe de uma solução para o problema, o número de estados afetados pela perseguição tem crescido ultimamente.

No dia 8 de junho, o pastor Eduardo Garcia, que pastoreava uma igreja em Juarez, foi morto pelos cartéis de drogas.

Segundo noticiado por uma rede de TV mexicana, ele foi emboscado enquanto dirigia em uma avenida.

Ao acelerar para fugir, ele bateu em um ponto de ônibus e depois em outro veículo. Em seguida levou vários tiros em plena luz do dia à vista de dezenas de pessoas. Seu filho de 24 anos foi assassinado em 2009 e sua filha, Griselda, sequestrada em 2011, também pelo crime organizado.

Em muitas ocasiões, o pastor reiterou que não deixaria a cidade de Juarez, apesar da violência direcionada especificamente à sua família. Ele se levantou muitas vezes contra a insegurança e o crime, e recentemente distribuía Bíblias na cidade.

Não apenas em Juarez, mas em muitas áreas, a Igreja Perseguida do México vive sob constante pressão.

Em uma comunidade indígena de Chiapas (região há muito tempo marcada pela perseguição), uma placa na entrada diz: “É totalmente proibida a entrada de pastores e pregadores de outras religiões. Estarão sujeitos a prisão segundo acordo firmado pela comunidade”.

Os irmãos no México precisam das orações para perseverar diante de tanta pressão. Ore de modo especial pela família do pastor Eduardo Garcia, pelo consolo do Senhor em seus corações, e também pela igreja que ele pastoreava, para que continue firme seguindo adiante.

Fonte: Missão Portas Abertas

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Pesquisa mostra que maioria dos cristãos não tem evangelismo como pratica no cotidiano

Cristãos evangelizam nas ruas de Buenos Aires durante Cristãos evangelizam nas ruas de Buenos Aires durante “Operação Vida”

A maioria dos protestantes estão orando por oportunidades de compartilhar sua fé, mas poucos tiveram uma conversa evangelística nos últimos seis meses, de acordo com uma pesquisa feita pela LifeWay Research.

Mais da metade (55%) daqueles que frequentam a igreja pelo menos uma vez por mês não compartilharam com alguém como se tornar um cristão nos últimos seis meses.

“Compartilhar as boas novas de Jesus é a missão da igreja, mas não parece ser a prioridade de seus frequentadores”, disse Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research.

A maioria dos fiéis (56%) diz que ora por oportunidades de contar aos outros sobre Jesus pelo menos uma vez por semana, sendo que cerca de 1 em cada 4 (23%) ora por tais momentos todos os dias. Outros 27% oram raramente ou nunca.

A frequência à igreja também está relacionada com o evangelismo. Aqueles que frequentam o culto uma vez por semana (75%) são mais propensos a orar por oportunidades do que cristãos que vão à igreja com menos frequência (69%).

Menos da metade dos fiéis afirmam ter compartilhado o Evangelho com alguém nos últimos seis meses (45%). Daqueles que falaram com alguém sobre o cristianismo, a maioria  conversou com uma ou duas pessoas (24%).

Pessoas com mais de 65 anos são as que menos tiveram conversas evangelísticas recentemente. “Cristãos jovens adultos e de meia-idade têm mais probabilidade de compartilhar com alguém como se tornar um cristão do que adultos”, disse McConnell.

No entanto, a maioria dos frequentadores de igreja (55%) convidou uma pessoa de fora para um culto ou programa da igreja nos últimos seis meses. Outros 45% não fizeram nenhum convite.

Esse tipo de convite também está vinculado à frequência na igreja. Pessoas que frequentam pelo menos quatro vezes por mês (58%) são mais propensas a convidar uma pessoa sem igreja para um culto do que aquelas que frequentam menos de quatro vezes por mês (47%).

“Jesus nunca prometeu que a Grande Comissão seria completada rapidamente, mas Ele estabeleceu a expectativa de que os esforços para alcançar todas as nações com o Evangelho devem ser contínuos. Muitos na igreja hoje parecem estar distraídos da ordem final de Jesus”, ponderou McConnell.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post