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Texto egípcio e recém-encontrado revela poder absurdo de Jesus Cristo

Texto egípcio e recém-encontrado revela poder absurdo de Jesus Cristo |

Por | Super Incrível –  

Jesus Cristo era uma pessoa bastante diferenciada segundo os textos bíblicos. Podia, por exemplo, caminhar sobre a água tranquilamente. Mas um novo texto revela um poder ainda mais surpreendente para ele.

Datado de 1200 anos atrás, um antigo texto egípcio foi encontrado recentemente e pode mudar a história. Ele narra parte da vida e da crucificação de Jesus, com informações que mudam completamente os conceitos já conhecidos.

Descrito em língua conta, ele descreve, por exemplo, Pôncio Pilatos como um discípulo fiel e não como um traidor. Segundo o texto, ele teria oferecido seu próprio filho para ser sacrificado no lugar de Jesus Cristo.

Mas a parte mais surpreendente do texto é um relato que envolve Jesus e Judas. Segundo ele, o segundo teve que beijar o Messias para identificá-lo aos romanos. Isso porque, segundo o texto, Jesus Cristo era capaz de modificar sua aparência.

“Então os judeus disseram a Judas: como o prenderemos se ele não tem uma forma única, mas sua aparência muda? Algumas vezes é negro, outras é branco, outras é vermelho, algumas vezes tem a cor do trigo, algumas vezes é amarelo… Algumas vezes é jovem, outras vezes é um homem velho”, diz o texto em questão.

Outra questão da Bíblia tradicional que é mudada pelo texto diz respeito ao dia no qual Jesus foi preso. Acreditava-se, até hoje, que isso teria acontecido numa quinta-feira. Mas, de acordo com o texto egípcio, o Messias foi levado à prisão em uma terça-feira — as datas, claro, tem relação com a celebração da Páscoa.

O responsável por traduzir os textos egípcios é o professor Roelof van den Broek, da Universidade Utrecht, na Holanda. Segundo ele, é possível que os fatos não tenham ocorrido exatamente como são descritos, mas que sejam relatos coletados do que as pessoas da época pensavam sobre Jesus.

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Papa afirma que morte de Jesus na cruz foi “fracasso”

Declarações do pontífice foram consideradas polêmicas

por Jarbas Aragão

 

Papa afirma que morte de Jesus na cruz foi “fracasso”Papa afirma que morte de Jesus na cruz foi “fracasso”
A viagem do papa Francisco a Cuba e Estados Unidos teve um peso histórico, pois foi a primeira vez que um pontífice falou diante da Assembleia das Nações Unidas e do Congresso Americano.

A programação foi intensa e a maior parte de seus discursos foi feito em espanhol, língua nativa do argentino Jorge Mario Bergoglio, seu nome de batismo.

Como já tem se tornado tradição, Francisco fez declarações que geraram polêmicas e muitas críticas. Ao passar por Cuba, não condenou o regime ditatorial dos irmãos Castro nem a conhecida perseguição religiosa na ilha.

Limitou-se apenas a dizer que “Pessoas são mais importantes que ideologias”. Uma crítica considerada inócua diante do regime comunista e ateu sob o qual vivem os cubanos há décadas.

De acordo com o Christian Post, ao chegar ao solo americano, passou por Nova York, onde liderou uma cerimônia ecumênica, com representante de diferentes religiões. O tom de suas palavras foi de união de todos os credos no memorial erguido em memória dos mortos no atentado de 11 de setembro de 2001.

Em sua oração, invocou o “deus de amor”, e não mencionou o nome de Jesus, segundo informações doWashington Post.

Papa Francisco e as religioes

Também fez um discurso polêmico, onde afirmou que os muçulmanos são “irmãos” dos cristãos e definiu a morte de Jesus na cruz como “fracasso”.  O texto completo da homilia pode ser lido aqui.

Diante do congresso americano, não tocou no assunto do momento nos EUA, que é a legalização do casamento gay. Em um país que debate intensamente se o governo deve continuar pagando por abortos, disse apenas que a humidade deve “proteger e defender a vida humana em todos os estágios de seu desenvolvimento”.

Os conservadores esperavam que o papa falasse sobre essas questões claramente, mas isso não aconteceu. Seu assunto principal tem sido o clima no mundo, tópico abordado em sua encíclica mais recente, Ladato Si.

Os contrastes entre Francisco e seu antecessor, Bento 16, tem ficado cada vez mais evidente. Na sua encíclica “Caritas in veritate”, Bento 16 defendeu a formação de uma Autoridade mundial para lidar com as crises financeiras.  Já Francisco, falou sobre a necessidade dessa autoridade global única, mas para cuidar das questões ambientais.

Enquanto Bento 16 disse em 2006, que o profeta Maomé só trouxe o mal, “como sua ordem para disseminar pela espada a fé que ele pregava”, Francisco disse repetidas vezes que “muçulmanos e cristãos são irmãos”.

Sobre o casamento gay, os dois papas também discordam amplamente. Francisco tem dito que não pode “julgar” e os chamou de “irmãos”. No jantar oficial do papa com Obama na Casa Brancaestavam presentes vários ativistas gays católicos, além de transgêneros.

Já Bento 16, em 2013, afirmou que a união de homossexuais ameaçava “o futurzo e a dignidade da humanidade”

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“Estrutura misteriosa” dos tempos de Jesus intriga arqueólogos

Monumento de Jerusalém não tem paralelos na arqueologia

por Jarbas Aragão- gospelprime –

 

“Estrutura misteriosa” dos tempos de Jesus intriga arqueólogos
“Pódio” dos tempos de Jesus intriga arqueólogos

Arqueólogos israelenses descobriram uma estrutura de pedra em Jerusalém que acreditam ser dos dias de Jesus. Como data aproximada de 2.000 anos, seu uso continua sendo um mistério.

A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou nesta segunda (31) que uma espécie de escada em forma de pirâmide do primeiro século foi achada no sitio arqueológico da Cidade de Davi. Ela ficava em uma antiga rua que levava peregrinos judeus ao tanque de Siloé. Este lugar mencionado no Novo Testamento, ficava no caminho para o Segundo Templo, lembra o diretor da escavação, Dr. Joe Uziel.

Contudo, os arqueólogos não têm certeza sobre como essa “enigmática” construção era utilizada.

“É uma estrutura única. Não leva a nenhum lugar específico”, explica a nota emitida pela Autoridade de Antiguidades de Israel. “Nenhuma outra estrutura semelhante foi encontrada em Jerusalém e, até quanto sabemos, em todo o mundo.”

Uziel, juntamente com o diretor da escavação Naasson Szanton, assevera que “pela ausência de um paralelo arqueológico claro dessa estrutura escalonada, sua finalidade permanece um mistério.”

Uma das hipóteses é que a estrutura servia como um pódio para fazer anúncios públicos, situados estrategicamente em uma via importante. Uziel explica que o estilo de pedras usadas era o mesmo da rua.

“Não podemos saber com certeza se quem ficava sobre o pódio fazia anúncios aos peregrinos ou mensagens em nome do governo. Eram notícias ou fofocas, admoestações ou mesmo pregação? Infelizmente não sabemos”, disseram os diretores da escavação.

Na tradição rabínica, menciona-se uma “Pedra das reivindicações”, um lugar que existia em Jerusalém durante o período do Segundo Templo.

Na verdade, os arqueólogos britânicos Frederick Bliss e Archibald Dickie encontraram a ponta da estrutura cerca de 100 anos atrás. Na época, antes que ela fosse totalmente escavada, afirmaram que poderia ser o acesso a uma casa.

Os arqueólogos também encontraram vasos de cerâmica, vasos de pedra e utensílios de vidro ao pé da “escada em forma de pirâmide”, comprovando a data de 30 dC, período em que Jesus andava por Jerusalém. “Ele possivelmente andou por esta rua. Possivelmente passou por este caminho até o Templo”, disse Uziel. Com informações The Blaze