Palácio do tempo de Salomão é encontrado na cidade de Gezer

Arqueólogos fazem descoberta em Israel que comprovaria relato bíblico

 

 

palacio-do-tempo-de-salomao Palácio do tempo de Salomão é encontrado na cidade de Gezer
Ruínas de um palácio que data da época do rei Salomão foi descoberto no sítio arqueológico de Tel Gezer, em Israel. O local, que fica entre Tel Aviv e Jerusalém, é identificado com a cidade cananeia de Gezer, citada na Bíblia. Hoje abriga um parque nacional, que guarda muitos registros da vida ali 3000 anos atrás.
Em escavações recentes, uma equipe de arqueólogos americanos descobriu uma camada com cerâmica filisteia, o que confere com o relato bíblico sobre esse povo viver no local até ser derrotado pelo rei Davi (2 Samuel 5:25 e 1 Crônicas 14:16).

A edificação palaciana desenterrada em outra camada do sítio arqueológico remonta ao século 10 a.C, época em que viveu o rei Salomão. O complexo possui um grande pátio central, como o de palácios em Hatzor e Megido, onde o sucessor de Davi também tinha residências reais (1 Reis 9:15).

Ainda não há comprovação de quando (e se) Salomão de fato viveu ali, mas o professor Steve Ortiz, co-diretor do projeto de escavação, explicou ao jornal Haaretz que o prédio é significativamente maior do que as casas comuns da época. Entre as características distintivas está o tipo de pedra usada na construção, muito cara para o cidadão comum.

O doutor Sam Wolff, arqueólogo ligado à Autoridade de Antiguidades de Israel e co-diretor da escavação ao lado de Ortiz, pede calma antes do anúncio de que o local realmente seja aquele mencionado na Bíblia. Para ele é necessário que mais artefatos sejam descobertos antes de uma confirmação oficial.

Edifício datado do século 10, a era do rei Salomão.

Edifício datado do século 10, a era do rei Salomão.

Histórico de destruição

Como a maioria dos sítios arqueológicos em Israel, a cidade foi destruída e reconstruída várias vezes ao longo dos séculos. Por isso o estudo das camadas de terra é tão importante, pois dá condições de confirmar a datação.

Escavações anteriores já provaram que a cidade sofreu uma destruição violenta nas mãos dos egípcios, que mencionam Gezer em seus registros históricos. Tutmés III fala sobre sua captura nas paredes do templo de Karnak. O faraó Merneptah vangloriou em sua estela de ter “tomado Gezer.” Também há indícios de um incêndio que queimou totalmente a cidade.

Reunindo esses aspectos, mais a descoberta de agora, é possível ver que tudo está em consonância com 1 Reis 9:16-18: “O Faraó, rei do Egito, tinha atacado e conquistado Gezer. Incendiou toda a cidade e matou os seus moradores, que eram cananeus, e a deu como presente de casamento à sua filha, esposa de Salomão. E Salomão reconstruiu Gezer. Com o uso da mão de obra de seus trabalhadores forçados, Salomão também construiu Bete-Horom Baixa, Baalate, e Tadmor, no deserto dessa região. com informações do Gospel Prime

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Sacerdotes judeus ensaiam como será culto no Terceiro Templo

As roupas são feitas obedecendo  as especificações bíblicas

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Sacerdotes judeus ensaiam como será culto no Terceiro Templo

Uma cerimônia especial foi realizada em Jerusalém recentemente. Foi no início do mês bíblico de Adar (março).

Nos dias em que o Templo funcionava em Jerusalém, esse período era especial. Para marcar a data, uma reconstituição do serviço do Templo, foi exibida publicamente pelo Instituto do Templo.

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No primeiro dia do novo mês, sacrifícios especiais eram trazidos para o Templo: dois bois, um carneiro, sete cordeiros, libações de vinho, farinha e óleo (segundo Números 28: 11-15). Trata-se do mesmo tipo de sacrifícios oferecidos na Páscoa e na Festa de Pentecostes [Shavuot]. Toques especiais de trombeta marcavam a celebração.

Em pleno 2016, embora não haja um terceiro templo erguido ainda, os responsáveis pelo Instituto do Templo, em conjunto com o Sinédrio e outras organizações, realizaram uma reconstituição do culto. A cerimônia tinha como objetivo ser educacional para os espectadores e um “ensaio” para os sacerdotes que já estão treinados.

Seu mestre é Nezer HaKodesh, que comanda a Academia de Cohanim. Todos usavam roupas feitas conforme as especificações bíblicas, e deram a bênção sacerdotal. Levitas tocavam instrumentos adequados para o serviço no templo e eram acompanhados por um coro.
Levitas tocam trombetas

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Levitas tocam trombetas

Embora nenhum animal tenha sido morto agora, foram exibidos os órgãos e as gorduras especiais aos presentes. Também ocorreu uma demonstração de como o sangue é aspergido sobre o altar. Uma oferta de mincha de sêmola foi queimada sobre um altar que reproduz perfeitamente o modelo de bíblico.

Além da demonstração de como funcionam os sacrifícios, três membros do Sinédrio aceitaram o depoimento de duas testemunhas para cumprir-se o mandamento da Torá e declarar o início do novo mês.

O rabino Yisrael Ariel, fundador e líder do Instituto do Templo, deu uma palestra sobre o Machatzit HaShekel (Êxodo 30: 11-16), mandamento bíblico segundo o qual os homens judeus precisam entregar meio siclo de prata cada um no Templo neste mês.

Essa verdadeira aula de Antigo Testamento visa mais que lembrar um costume. Mostra o quanto os preparativos para o novo Templo são reais. Ao exibir tudo em público, ele também ajuda a acostumar os moradores de Jerusalém com a ideia de uma nova classe sacerdotal. Com informações de Breaking Israel News e ghospelprime.

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.

 

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Selos raros do período do Templo de Salomão descobertos em Jerusalém

Um dos selos remete à imagem bíblica da mulher virtuosa, descrita em Provérbios 31.

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Selos raros do período do Templo de Salomão descobertos em Jerusalém
Selos raros são descobertos em Jerusalém

Uma escavação arqueológica em Jerusalém revelou dois selos raros que datam do período do primeiro templo, construído pelo rei Salomão. A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou as descobertas na segunda (7).

Os dois selos, inscritos em pedras semipreciosas, foram descobertos no estacionamento da Brigada Givati, um importante sítio arqueológico da capital. Um deles trás o nome de uma mulher Elihana bat Gael, cujo tradução seria “Eliana, filha de Gael.”

O doutor Haggai Misgav, da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirmou que o selo remete à imagem bíblica da mulher virtuosa, descrita em Provérbios 31. Para ele, este selo é notável porque sinaliza que a mulher tinha uma posição que “permitia-lhe fazer negócios e possuir propriedade.” O estudioso esclarece que “de modo geral, a prova da independência jurídica e financeira na Bíblia e da arqueologia são raros”.

O outro selo traz o nome de Sa’aryahu ben Shabenyahu. O primeiro nome poderia ser traduzido como “Yahweh foi revelada na tempestade.” Os pesquisadores acreditam que o nome lembra de Jó 38, que fala do Senhor conversando com Jó dessa maneira.

Os líderes do Projeto Triagem, que escava uma montanha de “entulho” retirada do Ofel (sul do Monte do Templo), na Cidade de Davi, explicam que cada um desses achados enfraquece as teorias contrárias à existência em Jerusalém de um reinado (e um templo) reconhecido de Salomão. Também mostram que as descrições do texto bíblico relativo a expansão dele, são de fato, autênticos.

Ano passado, foram encontrados dois selos importantes. O do rei Ezequias e um carimbo oficial da época do Templo de Salomão.

Projeto Peneira

Coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi, o “Peneira” deseja investigar todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.

Zachi Dvira, idealizador do projeto que possibilita que voluntários ajudem na escavação, explica que desde o início do projeto em 2004, mais de 170 mil pessoas já participaram. Cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada.

O doutor Barkay afirma que esse “aterro” é o “maior crime arqueológico da história de Israel”.  Afinal, o Monte do Templo está no centro da disputa política sobre Israel ser (ou não) a capital de um futuro Estado da Palestina.

“O Monte do Templo é o mais delicado e mais importante sítio arqueológico no país, e jamais foi escavado por causa da política. É uma incógnita; um pedaço de terra desconhecida”.

Após a reunificação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel retomou o controle de sua capital, mas por causa de um acordo, o Monte permanece sob domínio do governo jordaniano. Achados arqueológicos que comprovem que ali repousava o templo de Salomão colocariam por terra os argumentos muçulmanos de que os judeus não têm direito ao local. Com informações de Christian News

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.