Eclética - Ad Majorem Dei Gloriam -Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ejad, = "Ouve Israel! O Senhor é Nosso Deus e Senhor, o Senhor único." PIX: 61986080227
Autor:Ângelo Medrado
Pr. Batista, Avivado, Bacharel em Teologia, PhDr. Pedagogo Holístico docente Restaurador, Reverendo pela International Minystry of Restoration - USA - Autor dos Livros: A Maçonaria e o Cristianismo, O Cristão e a Maçonaria, A Religião do Anticristo, Vendas Alto Nível com Análise Transacional, Comportamento Gerencial.
Casado, 4 filhos, 6 netos, 2 bisnetos.
Paixão de Cristo foi exibido para povo Manobo das Filipinas
por Jarbas Aragão – gospel prime
Aldeia inteira se converte após ver filme sobre Jesus
As Filipinas são uma nação formado por 700 ilhas, onde a maioria da população é católica. Na parte sul do arquipélago existem grupos radicais muçulmanos que desejam a independência. Ao total, o povo filipino é formado por 199 grupos étnicos, dos quais 31 continuam sem conhecer o evangelho.
Recentemente, os Manobo, etnia que vive majoritariamente em aldeias nas regiões remotas, sem água, esgoto ou eletricidade, tiveram uma experiência marcante. Graças ao trabalho dos missionários da Christian Aid, eles puderam ouvir o Evangelho pela primeira vez. Isso mudou a vida de uma aldeia inteira. O ponto decisivo foi quando assistiram ao filme “A Paixão de Cristo”.
“Depois de ensinar continuamente por oito meses as Escrituras, de Gênesis em diante, fomos capazes de apresentar o Evangelho. Praticamente toda a aldeia respondeu e aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador”, comemora o diretor do ministério, que prefere permanecer no anonimato.
“Foi uma grande alegria para nós vê-los entender a graça salvadora de Jesus para receber a salvação. Alguns choraram e já compartilham seu testemunho de fé”.
Muitos moradores afirmam que suas vidas estão mudadas. O líder dos missionários afirma: “Quando eles ouviram a verdade sobre a morte e ressurreição de Cristo como a única provisão de Deus para a salvação do homem, um sentimento de admiração e espanto tomou o lugar”.
Um homem idoso comentou ao ver no filme o sacrifício de Jesus: “Ele sofreu muito por mim. Fico feliz que ele ressuscitou dos mortos”. Um dos líderes da tribo declarou, emocionado, logo após o filme: “Como eu gostaria de estar por Jesus lado e ajudá-lo!”.
O diretor do ministério disse que “Muitos manobos, crianças e adultos, expressam a fé em Jesus. Verdadeiramente, Deus está trabalhando nas vidas dessas pessoas, levando-as da escuridão para a luz, para o Seu reino eterno”.
Ele ressalta ainda que, embora muitos filipinos se declarem cristãos por tradição, continuam adorando espíritos da natureza. No caso dos manobo, “eles ansiavam deixar este mundo de pobreza, doenças, fome e morte para um lugar de bem-aventurança eterna. Hoje, muitas dessas aldeias já ouviram a mensagem do evangelho e sabem que têm um lugar no reino eterno através de Jesus Cristo”.
Curiosamente, o fato desse grupo tribal conhecer a Jesus pelo trabalho de missionários evangélicos foi comemorado até por um site católico, que elogiou a disposição deles. Com informações de Christian Headlines
Costuma-se dizer que religião e ciência não devem se misturar, posto que a primeira repousaria sobre a fé a segunda sobre a razão. Entretanto, ao vislumbrar um fogo que se acende magicamente, toma todo um local sagrado para, por fim, repousar sobre uma vela — sendo incapaz de queimar a pele ou as vestimentas do seu portador, conforme relatos —, é realmente difícil não colocar os dois universos conflitantes frente a frente.
A liturgia
O referido acontecimento é uma das liturgias mais antigas da tradição ortodoxa, sendo considerado o milagre mais constante no mundo (desde 1106, embora existam referências mais antigas). Em evento televisionado para diversos países — como Geórgia, Grécia, Ucrânia, Romênia, Bielo-Rússia, Bulgária, Chipre, Líbano, Egito etc. —, o patriarca grego ortodoxo inicia uma procissão solene ao redor do Santo Sepulcro, local onde, segundo a tradição cristã, Jesus Cristo foi sepultado.
Juntamente com outros membros do clero, o homem santo da Igreja Católica Ortodoxa marcha por três vezes ao redor do local entoando hinos. Em seguida, ele é despido de suas roupas religiosas e examinado por autoridades israelenses, entrando no sepulcro. É ali que ele recitará orações tremendamente antigas, até que o local seja preenchido pelo que normalmente é descrito como uma “misteriosa luz azul surgida do nada”.
Postados na parte externa do Santo Sepulcro, fiéis celebram e se acotovelam com velas nas mãos, esperando pelo momento em que o patriarca deixará a tumba, trazendo consigo uma vela acesa pelo próprio fogo da “sarça ardente do Monte Sinai” — o qual, depois de serpentear pelas paredes do Sepulcro, acaba por estacionar sobre 33 velas amarradas juntas pelo clérigo —, simbolizando a idade de Cristo quando foi crucificado.
Eis o evento, conforme descrito por Diodoro de Jerusalém, patriarca da Igreja Ortodoxa de Jerusalém entre 1981 e 2000:
“Eu passei pela escuridão até a câmara interna e caí de joelhos. Lá, eu recitei algumas orações que nos foram passadas através dos séculos e, tendo-as dito, esperei. Algumas vezes, por alguns minutos, mas normalmente o milagre acontece imediatamente após eu ter recitado as orações. Do centro da pedra na qual Jesus esteve deitado, uma luz indescritível aparece. Ela geralmente tem um tom azulado, mas a cor pode mudar e tomar diversas outros padrões.
“Ela não pode ser descrita em termos humanos. A luz sai da pedra como uma bruma que sobe de um lago, quase como se a pedra estivesse coberta por uma nuvem úmida, mas de luz. Esta luz se comporta de maneira diferente a cada ano. Algumas vezes, ela cobre apenas a pedra, enquanto em outras ela ilumina o sepulcro todo, de forma que as pessoas que estão do lado de fora do túmulo e olham para dentro deles o virão cheio de luz.”
No que se refere à propriedade de ser “fria”, ele relata:
“A luz não queima. Eu jamais queimei a minha barba nos dezesseis anos que eu fui patriarca em Jerusalém e recebi o Fogo Sagrado. A luz é de uma consistência diferente do fogo normal que queima numa lâmpada de óleo.
“A certo ponto, a luz sobe e forma uma coluna na qual o fogo é de uma natureza diferente, de tal forma que eu sou capaz de acender as minhas velas nele. Quando eu termino de receber a chama desta forma em minhas velas, eu saio e entrego o fogo primeiro para o patriarca armênio e depois para o copta. Depois, para todos os presentes na igreja.”
Uma vez que o patriarca tenha deixado o sepulcro com a chama sagrada, esta será então distribuída para todos os locais. Além disso, a chama é também “depositada” em uma lamparina, a qual será conduzida por voo especialmente fretado até a Catedral de Cristo Salvador de Moscou, na Rússia. Dali a chama é ainda remetida a diversas dioceses ortodoxas espalhadas pelo mundo.
Dispositivos antifraude
A fim de garantir a legitimidade da experiência sobrenatural do fogo sagrado do Santo Sepulcro, há diversos protocolos que precisam ser cumpridos previamente. Durante a Sexta-Feira Santa, após o Ofício das Exéquias de Cristo, autoridades israelenses e representantes de outras igrejas se dirigem ao sepulcro, a fim de conduzir uma investigação minuciosa do local.
Após apagar todas as lamparinas da igreja e garantir que não haja fontes de foto possíveis no local, os membros da comitiva terminam por lacrar o Santo Sepulcro, imprimindo cada um o seu timbre sobre a cera. Esta será rompida apenas no momento imediatamente anterior à entrada do patriarca ortodoxo no recinto.
Milagre com data e hora certas
Embora não propriamente sirva como garantia, há ainda uma peculiaridade comumente levantada por defensores do suposto milagre. Ao que parece, o Fogo Sagrado é absolutamente preciso no que se refere ao dia em que deve “baixar” até o Santo Sepulcro.
De fato, conta-se que a mudança no calendário introduzida pelo patriarca grego de Jerusalém na virada de 1969 para 1970 — por conta de uma revisão pedida pelo Concílio Mundial das Igrejas —, por alterar cronologia, terminou por comprometer o aparecimento do Fogo Sagrado. Isso fez com que a medida fosse imediatamente revogada e, no ano subsequente, o fogo, então, tornaria a reaparecer no Santo Sepulcro.
Denúncias ao longo dos séculos
É claro que a natureza milagrosa/mágica do fogo do Santo Sepulcro não poderia deixar de suscitar desconfianças em muita gente, sendo a principal suspeita a de um sortilégio qualquer lançado para ludibriar os fiéis, que seriam conduzidos por interesses seculares e por um simples passe de mágica. E essa “pulga atrás da orelha” é até muito mais antiga do que se poderia imaginar.
De fato, o cronista inglês Gautier Vinisauf, o Sultão Saladino, liderando os sarracenos na tomada de Jerusalém em 1192, quis então presenciar o famoso milagre. “Em sua chegada, o fogo sagrado desceu repentinamente, e os assistentes ficaram profundamente emocionados; os sarracenos disseram que o fogo que eles viram descer fora produzido por meios fraudulentos”, relatou Vinisauf.
O sultão Saladino, um dos mais célebres críticos do Fogo Sagrado
Ele continua: “Saladino, querendo expor o impostor, apagou a lamparina que o fogo celeste acendera, mas, uma vez feito isso, a lamparina imediatamente reacendeu. Ele a apagou uma segunda vez, e uma terceira, mas ela reacendeu sozinha. Então, o Sultão, confundido, chorou, dizendo, em tom profético: ‘Sim, morrerei ou perderei Jerusalém’”.
A possível “secularidade” do evento também foi ressaltada pelo historiador inglês Edward Gibbon: “Essa fraude piedosa, divisada pela primeira vez durante o século nono, foi devotamente acarinhada pelos cruzados latinos, e é anualmente repetida pelo clericato grego, armênio e pelas seitas coptas [cristãos egípcios], os quais se impõem aos espectadores crédulos para seus próprios benefícios e de seus tiranos”.
Velas de fósforo branco
Mas o sultão Saladino não foi o único e, possivelmente, talvez não tenha sido também o mais cuidadoso dos questionadores da legitimidade do fenômeno pascoal ortodoxo. Uma aposta cética um tanto mais científica foi levada à TV em 2005, em transmissão ao vivo, pelo historiador Michael Kalopoulos.
Supostamente recriando o evento, Kaloupoulos fez com que três velas acendessem espontaneamente após aproximadamente 20 minutos. Ocorre que o material havia sido mergulhado em fósforo branco, de forma que a reação era natural e esperada, por conta das propriedades e do contato com o ar.
“Se o fósforo for dissolvido num solvente orgânico apropriado, a autoignição é atrasada até o ponto que o solvente tenha se evaporado completamente”, relatou o historiador. “Repetidos experimentos mostraram que a ignição pode ser atrasada por meia-hora ou mais, dependendo da densidade da solução e do solvente empregado.”
Kalopoulos afirma ainda que semelhante artifício era utilizado pelos magos caldeus já no século V a.C., e também pelos gregos antigos. O processo, de acordo com ele, era exatamente o mesmo de que se vale até hoje o patriarca da Igreja Ortodoxa de Jerusalém.
Plasma de baixa temperatura
Mas há ainda uma peculiaridade do Fogo Sagrado que também é comumente sujeitada a hipóteses científicas. Conforme mencionado anteriormente, consta que a chama espontânea do Santo Sepulcro é incapaz de queimar a pele ou as roupas, pelo menos durante algum tempo.
Nesse sentido, uma medição feita sutilmente pelo físico russo Andrey Volkov em uma das liturgias oferece uma explicação possível. “Um aparelho fixado para registro de espectro eletromagnético detectou um estranho impulso com longo comprimento de onda dentro do templo”, explicou ele ao site Pravda.
Lâmpada de plasma.
“Esse impulso não foi mais detectado desde então”, ele afirma. “Havia algum tipo de descarga elétrica. Não se sabe se houve a descarga de um raio ou se havia problemas com algum equipamento de TV no local.”
Entretanto, embora não possam ser vistos hoje (sobretudo por conta dos flashes utilizados por dezenas de fotógrafos), o evento foi originalmente associado a energias que desciam pelas paredes. Segundo Volkov, essas energia não tem nada a ver com a chama propriamente dita. Antes, seria uma manifestação do chamado “plasma de baixa temperatura”.
Em outras palavras, o dito fogo inicial “que não queima” não passaria de partículas ionizadas pela presença de um campo elétrico — semelhante ao que acontece durante o fenômeno conhecido como fogo-de-santelmo.
Uma fraude consciente?
Em se tratando de uma possível fraude, independentemente dos métodos empregados, há quem garanta que o engodo é bem conhecido pela Igreja Ortodoxa desde sempre. O cético russo Igor Dobrokhotov compartilha dessa opinião, alegando que trechos do diário do bispo Porphyrius (1804 — 1885) deixavam claro que o clericato de Jerusalém não ignorava a natureza fraudulenta do Fogo Sagrado.
Pancadaria “sagrada”
Mesmo sendo um evento solene, a aparição do Fogo Sagrado, eventualmente, traz também consigo o aparecimento do também muito conhecido “espírito de porco”. De fato, há vários relatos de atos violentos que tomaram a Basílica do Santo Sepulcro em mais de uma ocasião.
“O Milagre do Fogo Sagrado”, de William Holman Hunt
Em 1856, o cônsul britânico James Finn afirma ter presenciado um combate generalizado entre peregrinos gregos e armênios — ambos os lados armados com pedras e paus previamente escondidos no local. Como resultado, o paxá (governante durante o Império Otomano) precisou ser escoltado por soldados armados. Retirada figura ilustre, os soldados teriam, então, voltado para combater ambos os lados com baionetas.
Há também um relato do viajante inglês Robert Curzon. De acordo com ele, durante a liturgia conduzida no dia 3 de maio de 1834, um pânico generalizado tomou conta da igreja lotada, resultando na morte de mais de 400 pessoas. Na ocasião, o paxá Ibrahim teria escapado unicamente porque seus guardas pessoais abriram caminho a espadadas através da multidão. com informações transcritas do site mega curioso
Era uma novela que virou filme, que virou livro, que voltou a ser novela, que vai virar musical, sem contar que a trama está faturando com a venda de uma linha exclusiva de bijuterias.
por Josiel Dias
Confesso que não tenho acompanhado essa segunda temporada da novela “Os Dez Mandamentos”, não porque eu não goste do roteiro ou da história, mas é que para mim já deu. Fico com a real história através das páginas da Bíblia Sagrada. A trama contada pela Record, se pesquisarmos e formos conferir, perceberemos uma história diferente em alguns aspectos da real história bíblica.
Mas devo confessar que os caras são bons no marketing e para ganhar dinheiro. Eu fiquei admirado com o marketing poderoso feito pela Rede Record de Televisão em torno dos Dez Mandamentos, chegava a ser enjoativo as chamadas feitas, quase como lavagem cerebral em torno da trama desta novela. Confesso que quando começava, exaustivamente, a propaganda, eu mudava imediatamente de canal.
Saiu uma matéria por estes dias, neste mesmo site Gospel Prime, que a Rede Record usou até um Pai de santo para divulgar a Novela. Sei não viu, acho pouco provável que a intenção seja mesmo evangelismo e não comercial.
Evangelismo ou ganância?
Nunca se ganhou tanto dinheiro com histórias bíblicas. No começo era apenas uma simples novela que foi se esticando, inventando histórias que, quando comparadas a Bíblia, se distanciavam da verdade. Depois a novela virou filme, que foi, segundo a denominação e algumas mídias, recorde de bilheterias em todo o Brasil.
A Rede Record segue colhendo os frutos com essa história do povo hebreu. Segundo a coluna “Outro Canal Blog/Folha” a Record já faturou 50 milhões só com a exportação da novela para outros países, sem contar a parceria com a NetFlix, que não teve valores divulgados.
Já o filme da trama rendeu a Record cerca de R$ 90 milhões, ou seja, se somarmos o valor faturado com a novela de R$ 50 mi mais R$ 90 mi do filme, chegamos a um resultado de 140 mi. Você pensa que vai parar por aí??? Claro que não!!!
Pois bem, era uma novela que virou filme, que virou livro, que voltou a ser novela, que vai virar musical, sem contar que a trama está faturando com a venda de uma linha exclusiva de bijuterias. Segundo o Site Veja/Abril as bijuterias são de metais e couros e o custo delas variam entre R$ 14,00 e R$ 80,00. Imagina só os adeptos dessa denominação comprando as bijuterias e quanto isso ia de fato render?
Tudo isso, e toda essa cifra, me faz questionar se de fato o maior interesse dos responsáveis seja mesmo o evangelismo. Quando converso com adeptos dessa denominação, eles alegam de pé junto que o maior interesse da denominação é que o Brasil seja evangelizado por essa novela. Segundo eles muitas almas voltaram pra Cristo através dessa história e isso não tem preço…
Eu, de forma alguma sou contrário a essa ou aquela denominação, ou contrário a trama dos Dez Mandamentos. O problema é o que está por trás desse tal “Evangelismo”. Será que a verdadeira intenção é contar o que a bíblia mostra?
Se você, de alguma forma, faz parte ou é simpatizante a essa denominação não fique chateado comigo, apenas reflita se, de fato, tudo isso é para evangelismo. Use seu cérebro, não é pecado pensar… Reflita! Para mim está mais para ganância do que evangelismo, pois, até mesmo o evangelismo é gratuito, como também a salvação….com informações gospel prime.
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