Endossado por pastores, protestos contra Dilma no dia 13 deverão reunir milhões de brasileiros

Publicado por Tiago Chagas -gnoticis-em 8 de março de 2016

Endossado por pastores, protestos contra Dilma no dia 13 deverão reunir milhões de brasileiros

As manifestações peloimpeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) no próximo domingo, 13 de março, já possuem confirmação de participação de mais de três milhões de pessoas apenas em São Paulo. Os organizadores, no entanto, garantem que 281 cidades de todo o país anunciaram que participarão da mobilização.

As revelações de parte do conteúdo da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a 24ª fase da Operação Lava-Jato, chamada de Aletheia pela Polícia Federal, que resultou em uma condução coercitiva para depoimento contra o ex-presidente Lula (PT) serviram de combustível para os protestos.

“A julgar por alguns indicadores importantes, a manifestação de domingo contra Dilma Rousseff vai bombar — ao menos em São Paulo. Até agora, 3 milhões de paulistanos confirmaram presença, via rede social. Para que o leitor possa comparar, esse número subiu 50% entre sexta-feira e ontem. É um número muito maior do que os registrados na primeira grande manifestação anti-Dilma, realizada há um ano. Entretanto, não há hoje números claros sobre o protesto nas outras grandes capitais brasileiras”, informou o jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo.

As manifestações de domingo vêm sendo endossadas por diversas lideranças evangélicas. O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitoria em Cristo (ADVEC), anunciou que estará noprotesto em Brasília (DF). Já o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, vem usando as redes sociais para incentivar seus seguidores a participarem do evento em suas cidades.

Os impactos das manifestações do próximo domingo podem ser diversos, pois acredita-se que, com a pressão das ruas e dos parlamentares de oposição, o Supremo Tribunal Federal (STF) decida as questões pendentes sobre o processo de impeachment aberto na Câmara dos Deputados.

“Com a crise política em seu auge, o Supremo Tribunal Federal está sob os holofotes do país, porque dele depende a continuidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Quase 3 meses depois de definir alterações no rito estabelecido pela Câmara para abrir o processo, o Supremo ainda não publicou a decisão nem julgou recursos contra seu teor. Com isso, o andamento do impeachment está paralisado. A oposição promete obstruir votações até que o STF destrave o processo”, informou a jornalista Vera Magalhães, da coluna Radar Online, na Veja.

Como os partidários de Lula e Dilma não se conformam com o mandado de condução coercitiva contra o ex-presidente na última sexta-feira, 04 de março, algumas lideranças petistas vem convocando os filiados ao partido para irem às ruas no próximo domingo para se manifestar contra o impeachment.

“Entidades pró-impeachment e movimentos sociais ligados ao PT devem disputar para ver quem leva mais gente às ruas. O risco de confrontos como os vistos na sexta, durante o depoimento de Lula à PF, é enorme. A depender da força do fora Dilma, será difícil conter as investidas pela deposição da presidente”, acrescentou Magalhães.

Toda essa pressão política fez surgir boatos de que a presidente Dilma renunciaria ao mandato, mas essa possibilidade foi negada pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT): “Quem conhece aquela senhora sabe que renúncia é uma palavra que não está em sua alma”, disse, durante evento promovido pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

Intimidação

Diante dos rumores de que os petistas irão às ruas, junto aos movimentos sociais aliados ao partido, para se manifestar contra o impeachment no mesmo dia que a população em geral irá para pedir a cassação de Dilma, o pastor Silas Malafaia voltou a gravar um vídeo comentando o assunto, e disse que o povo não se deixará intimidar.

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Ressurreição: o verdadeiro significado da páscoa

O longa volta no tempo para contar a história por trás da ressurreição de Cristo sob a ótica de um homem incrédulo.

por Chayanne Maiara-gospelprime-

 

Ressurreição: o verdadeiro significado da páscoa

No mês em que a igreja cristã celebra a páscoa, chega aos cinemas do Brasil o filme Ressurreição com estreia marcada para o dia 17 de março. O longa distribuído pela Sony Pictures é um lembrete aos cristãos do verdadeiro significado desse momento, o encontro do homem com Cristo.

De forma inédita, um incrédulo, Clavius, interpretado por Joseph Fiennes, ilustra o conflito do homem ao se deparar com algo inexplicável, a Ressurreição de Jesus. Segundo Mickey Liddell, “a abordagem de Kevin dá a oportunidade de você se colocar no lugar de Clavius, esse cético soldado romano que estava muito confuso sobre todas essas coisas loucas que aconteciam na Judéia. Ele não está procurando o corpo de Cristo para seguir sua agenda política ou religiosa. Ele está só seguindo ordens”.

O ator britânico Joseph Fiennes compartilha o mesmo sentimento e comenta “o roteiro me fazia avançar as páginas sem saber ao certo como iria acabar, porque quando você vê isso através de um novo olhar, a Ressurreição de Jesus é sem dúvida a mãe de todos os mistérios de assassinato”.

Assim como o significado compartilhado pela data comemorativa de maior relevância da igreja cristã, a páscoa, o filme apresenta exatamente o processo de conversão do homem por meio de Clavius, como afirma Fiennes “no início do filme, ele é um militar rigoroso e ambicioso, que passou vinte e cinco anos servindo ao exército romano, então ele está realmente enraizado em uma forma de pensar.

E, através dessa série de aventuras, Clavius chega a uma dilema, onde percebe que deve haver uma vida além de tudo que ele conhecia antes, algo além de sua condição anterior. Tendo acabado com o suposto Messias, Clavius se vê novamente diante de Jesus no final do filme, quando ele ressuscita, e essa é uma grande virada”.

Confira o trailer dessa superprodução que lembra aos cristãos o motivo do nascimento, crucificação e ressurreição de Jesus:

httpv://www.youtube.com/watch?v=ys8NvE4ID9w

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Israel

Selos raros do período do Templo de Salomão descobertos em Jerusalém

Um dos selos remete à imagem bíblica da mulher virtuosa, descrita em Provérbios 31.

por Jarbas Aragão -gospelprime-

 

Selos raros do período do Templo de Salomão descobertos em Jerusalém
Selos raros são descobertos em Jerusalém

Uma escavação arqueológica em Jerusalém revelou dois selos raros que datam do período do primeiro templo, construído pelo rei Salomão. A Autoridade de Antiguidades de Israel anunciou as descobertas na segunda (7).

Os dois selos, inscritos em pedras semipreciosas, foram descobertos no estacionamento da Brigada Givati, um importante sítio arqueológico da capital. Um deles trás o nome de uma mulher Elihana bat Gael, cujo tradução seria “Eliana, filha de Gael.”

O doutor Haggai Misgav, da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirmou que o selo remete à imagem bíblica da mulher virtuosa, descrita em Provérbios 31. Para ele, este selo é notável porque sinaliza que a mulher tinha uma posição que “permitia-lhe fazer negócios e possuir propriedade.” O estudioso esclarece que “de modo geral, a prova da independência jurídica e financeira na Bíblia e da arqueologia são raros”.

O outro selo traz o nome de Sa’aryahu ben Shabenyahu. O primeiro nome poderia ser traduzido como “Yahweh foi revelada na tempestade.” Os pesquisadores acreditam que o nome lembra de Jó 38, que fala do Senhor conversando com Jó dessa maneira.

Os líderes do Projeto Triagem, que escava uma montanha de “entulho” retirada do Ofel (sul do Monte do Templo), na Cidade de Davi, explicam que cada um desses achados enfraquece as teorias contrárias à existência em Jerusalém de um reinado (e um templo) reconhecido de Salomão. Também mostram que as descrições do texto bíblico relativo a expansão dele, são de fato, autênticos.

Ano passado, foram encontrados dois selos importantes. O do rei Ezequias e um carimbo oficial da época do Templo de Salomão.

Projeto Peneira

Coordenado pela Universidade Bar-Ilan e a Fundação Cidade de Davi, o “Peneira” deseja investigar todo o material dos mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo e despejados em um vale, perto da Cidade Velha de Jerusalém.

Zachi Dvira, idealizador do projeto que possibilita que voluntários ajudem na escavação, explica que desde o início do projeto em 2004, mais de 170 mil pessoas já participaram. Cerca de 50% da terra retirada do local sagrado já foi analisada.

O doutor Barkay afirma que esse “aterro” é o “maior crime arqueológico da história de Israel”.  Afinal, o Monte do Templo está no centro da disputa política sobre Israel ser (ou não) a capital de um futuro Estado da Palestina.

“O Monte do Templo é o mais delicado e mais importante sítio arqueológico no país, e jamais foi escavado por causa da política. É uma incógnita; um pedaço de terra desconhecida”.

Após a reunificação de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel retomou o controle de sua capital, mas por causa de um acordo, o Monte permanece sob domínio do governo jordaniano. Achados arqueológicos que comprovem que ali repousava o templo de Salomão colocariam por terra os argumentos muçulmanos de que os judeus não têm direito ao local. Com informações de Christian News

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Rev. Ângelo Medrado, Bacharel em Teologia, Doutor em Novo Testamento, referendado pela International Ministry Of Restoration-USA e Multiuniversidade Cristocêntrica é presidente do site Primeira Igreja Virtual do Brasil e da Igreja Batista da Restauração de Vidas em Brasília DF., ex-maçon, autor de diversos livros entre eles: Maçonaria e Cristianismo, O cristão e a Maçonaria, A Religião do antiCristo, Vendas alto nível, com análise transacional e Comportamento Gerencial.