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Bíblias ficam intactas após incêndio destruir igreja

O Corpo de Bombeiros de Coal City publicou uma foto com as Bíblias intactas, encontradas após o incêndio na igreja dos Ministérios da Liberdade. (Foto: Facebook)O Corpo de Bombeiros de Coal City publicou uma foto com as Bíblias intactas, encontradas após o incêndio na igreja dos Ministérios da Liberdade. (Foto: Facebook)

Chamas devastadoras em uma igreja norte-americana tornaram tudo ao redor em cinzas, exceto bíblias e uma cruz gigante dentro do prédio.

De acordo com bombeiros, que foram apagar incêndio da igreja, localizada em Grandview, Virginia Ocidental, as chamas eram tão intensas, que exigiram esforços de vários grupos de bombeiros. Além disso, o prédio estava tão quente, em uma parte do tempo, que os bombeiros tiveram que recuar.

“Imagine isso, um prédio tão quente que, em determinado momento, os bombeiros tiveram que recuar. Em sua mente, tudo devia estar queimado, transformado em cinzas. Mas nem uma única Bíblia foi queimada e nem uma única cruz foi ferida!! Nenhum bombeiro ficou ferido! Nossas orações pelo pastor e pela congregação hoje”, publicou a página do corpo de bombeiros em um post no Facebook sobre o incêndio que destruiu a Igreja dos Ministérios da Liberdade no domingo de manhã.

Os bombeiros dizem que foram enviados ao local do incêndio em Grandview, na Virgínia Ocidental, por volta das 12h58 de domingo para ajudar o Corpo de Bombeiros Voluntários de Beaver.

“Embora as probabilidades estivessem contra nós, Deus não estava”, disse o departamento.

O site americano ‘Christian Post’ entrou em contato com a denominação ‘Freedom Ministries’ para comentar o incêndio, mas as autoridades não responderam imediatamente.

Em um comunicado no Facebook, compartilhado com uma foto do que parece ser fumaça saindo da igreja em chamas, o ministério prometeu reconstruir o que foi destruído pelo fogo.

“Nós estamos com o coração pesado esta manhã, nossa igreja passou por um um incêndio ontem à noite. Teremos que reconstruir, mas estaremos bem. Nós vamos lutar contra o inimigo e não deixá-lo nos segurar. Estaremos de volta à igreja das 6h às 18h15. Por favor, junte-se a nós em oração. Queremos reunir e orar pelo pastor Phil e Candice”, disse o comunicado. “… No meio da fumaça você pode ver Jesus. Ele estava lá com a gente! OS MINISTÉRIOS DA LIBERDADE ESTÃO INUNDOS, AINDA NÃO ACABAMOS!!!”

Repercussão

O post do Corpo de Bombeiros da Coal City já se tornou viral, causando mais de 3.000 comentários e mais de 40.000 compartilhamentos no Facebook.

“De todos os incêndios de estrutura aos quais atendi nos últimos 20 anos, nem uma Bíblia foi queimada. Elas podem ter danos causados ​​pela fumaça ou carbonizadas nas bordas, mas você ainda pode ler cada página. Nós já devolvemos aos donos muitas Bíblias ao longo dos anos. Isso apenas mostra que a palavra de Deus é mais poderosa do que o fogo e a fúria do diabo, não importa o quão quente esteja. Deus estava vigiando todos vocês ontem à noite, e todo incêndio nos chama”, escreveu o bombeiro Dean Vandall no comentário mais popular do post, que atraiu quase 7.000 reações até a manhã de terça-feira.

Erin Hoover, que já trabalhou como bombeira voluntária, disse que ela também teve uma experiência semelhante com uma Bíblia em um grande incêndio.

“Eu me apresentei como bombeira voluntária em 11/9 para o vôo 93 em Shanksville, Somerset County. Estávamos andando no bosque, buscando por sobreviventes e procurando pelos destroços quando entramos em cena. Encontramos carteiras e papéis, soprando ao vento que foram carbonizados e queimados. Tudo era ilegível. Nós, no entanto, encontramos uma Bíblia. Intacta. Completamente legível. Não falo muito sobre aquele dia, mas me senti compelida a compartilhar minha história também. Eu tenho desordem de estresse pós-traumática dessa chamada. Mas você está certo. Deus está conosco naqueles maus chamados, naqueles dias ruins. Você só precisa olhar para cima”, observou ela no segundo comentário mais popular do post.

Fonte: Guia-me e SputnikNews

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Pastor é preso em Londres por pregar o Evangelho na rua

Pregador de rua foi algemado e preso em Londres
Pregador de rua foi algemado e preso em Londres

Um pastor de rua negro, que se acredita ser um homem nigeriano, foi preso em Londres em 23 de fevereiro, aparentemente por uma suposta “violação da paz”, enquanto pregava o Evangelho do lado de fora da Estação de Metrô Southgate, de acordo com um porta-voz da Polícia Metropolitana.

O pregador pediu pacificamente a dois policiais brancos que não tirassem a Bíblia. Em uma detenção humilhante, eles colocaram seus braços atrás das costas com algemas e tiraram a Bíblia dele e um oficial pode ser ouvido dizendo: “Você deveria ter pensado nisso antes de ser racista [ sic ]”.

Em um conflito verbal gravado em vídeo de dois minutos, um oficial diz ao pregador não identificado que ele foi “obrigado a ir embora” porque estava “perturbando o dia das pessoas”. O pregador respondeu: “Eu não irei embora porque preciso lhes contar a verdade. Jesus é o único caminho, verdade e vida ”.

Uma testemunha disse que, antes da chegada da polícia, o pregador estava sendo confrontado agressivamente por um jovem, aparentemente muçulmano e com cerca de 20 anos, vestindo um top com capuz. O homem era altamente abusivo sobre a Bíblia e Deus com o rosto perto do pregador. O jovem também ameaçou o pregador com um punho fechado.

Quando a polícia chegou para interrogar o pregador de rua, houve uma queixa de “islamofobia” contra ele. Não se sabe quem fez a denúncia à polícia. O jovem fugiu da cena assim que a polícia apareceu.

O vídeo da prisão do pastor se tornou viral em países da África Ocidental, como Gana e Nigéria , com cerca de 2,3 milhões de visualizações. Algumas mídias sugeriram que agora existe uma maior liberdade de religião na África do que o Reino Unido, enquanto um relato nigeriano sobre a prisão do homem levou os comentários a serem postados embaixo da história, defendendo espancar os pregadores e banindo-os da Nigéria.

A prisão do pregador nigeriano no norte de Londres parece ter sido ilegal. O vídeo mostra a polícia dizendo ao homem que ele deve parar de pregar. No entanto, não é lícito a um policial ordenar que alguém pare de pregar, a menos que suas ações incitem à violência.

Em 1997, Alison Redmond-Bate, o primeiro caso de pregadores de rua sendo preso na Grã-Bretanha, desde o século XIX, recebeu ordens para parar de pregar por um policial depois que uma multidão de desordeiros se tornou violenta. Quando ela se recusou, ela foi presa. No entanto, no tribunal de recurso, Lord Justice Sedley declarou: “Um policial não tem o direito de pedir a um cidadão que desista de uma conduta legal.”

Folha Gospel com informações de Barnabas Fund

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Ordem dos Pastores Batistas publica nota oficial sobre criminalização da homofobia no STF

STF - Supremo Tribunal Federal
Supremo Tribunal Federal

No último sábado (23), a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB) emitiu uma nota oficial sobre a o julgamento da ADO n° 26 (Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão), que visa criminalizar a “homofobia” e está inclusa na pasta de costumes em pauta no STF desde o dia 13 de fevereiro.

No texto, a Ordem que representa os Pastores Batistas do Brasil destacou pontos cruciais, reafirmando seu posicionamento bíblico com relação ao tema.

“O Cristianismo possui papel de relevo no desenvolvimento histórico dos Direitos Humanos, bem como na construção do princípio da dignidade da pessoa humana. Sob essa perspectiva fundamental do cristianismo, que sempre nos acompanha em discursos e práticas, pautada em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, nutrimos o profundo respeito por todas as pessoas, independentemente de sua religião, cor, raça e opção sexual e ensinamos a todos os que estão sob nossa liderança a vivenciarem este princípio diariamente”, iniciou a nota.

Na nota, a OPBB também chama a atenção para o fato de o STF estar indo além de suas competências ao tentar legislar por meio desse julgamento, o que fere a democracia e o sistema constitucional republicano.

“Entendemos que os poderes da República Federativa do Brasil, delineados pela Constituição de 1988, precisam ser respeitados por todos os brasileiros em suas competências específicas e, também, precisam atuar de maneira harmônica, sem a promoção de interferências recíprocas, mesmo que pautadas em premissas aparentemente benéficas, mas que possam, ao final, promoverem eventuais degradações do sistema constitucional republicano”, acrescentou.

Liberdade de expressão e religiosa

O documento também destacou que a liberdade de expressão e de crença são direitos assegurados a cada cidadão pela própria Constituição Brasileira e que a criminalização da homofobia sob termos ainda vagos e indefinidos pode implicar na restrição desses direitos fundamentais.

“Defendemos o direto de todo brasileiro(a) expressar seu pensamento contrário a qualquer assunto sem que isso lhe seja imputado como crime, pois a dialética é fundamental na construção do pensamento de uma sociedade justa e humanitária. Compreendemos que quaisquer formas de coações sobre as pessoas, que procurem lhes impor pensarem de forma unânime sobre determinado tema, nunca foi e nem será um pilar Constitucional sustentável”, afirmou.

“A liberdade religiosa assegurada pela Constituição de 1988 a todo cidadão, garante a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, isto significa que cada pessoa pode manifestar sua fé, sua opinião e crença sem que haja nenhuma forma de constrangimento legal ou moral”, alertou.

A OPBB finalizou sua carta, lembrando que o simples fato de discordar da conduta e comportamento sexual das pessoas não é suficiente para configurar homofobia ou qualquer outro crime (como racismo — tipificação criminal proposta pelo ministro Celso de Mello à homofobia em seu voto).

Leia a íntegra da nota abaixo:

N O T A   D E   P O S I C I O N A M E N T O

O Supremo Tribunal Federal pautou no dia 13/02/2019 o julgamento da ADO n° 26 (Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão) e do MI 4.733 (Mandado de Injunção), onde são pleiteados principalmente provimentos para criminalização específica de todas as formas de homofobia e transfobia.

Diante deste fato, a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, representando os Pastores Batistas do Brasil, vem através desta nota dizer que:

  • O Cristianismo possui papel de relevo no desenvolvimento histórico dos Direitos Humanos, bem como na construção do princípio da dignidade da pessoa humana.
  • Sob essa perspectiva fundamental do cristianismo, que sempre nos acompanha em discursos e práticas, pautada em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, nutrimos o profundo respeito por todas as pessoas, independentemente de sua religião, cor, raça e opção sexual e ensinamos a todos os que estão sob nossa liderança a vivenciarem este princípio diariamente.
  • ​
  • Entendemos que os poderes da República Federativa do Brasil, delineados pela Constituição de 1988, precisam ser respeitados por todos os brasileiros em suas competências específicas e, também, precisam atuar de maneira harmônica, sem a promoção de interferências recíprocas, mesmo que pautadas em premissas aparentemente benéficas, mas que possam, ao final, promoverem eventuais degradações do sistema constitucional republicano.
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  • Propugnamos pelo direito fundamental e Constitucional da Liberdade de Expressão e da Liberdade Religiosa, muito bem fundamentados em nossa Carta Magna (art. 5º, IV e VI, CF). Assim, entendemos que as demandas propostas acima poderão trazer restrições inconstitucionais aos citados direitos, caso sejam acolhidas as pretensões de criminalização da homofobia e da transfobia.
  • ​
  • Defendemos o direto de todo brasileiro(a) expressar seu pensamento contrário a qualquer assunto sem que isso lhe seja imputado como crime, pois a dialética é fundamental na construção do pensamento de uma sociedade justa e humanitária. Compreendemos que quaisquer formas de coações sobre as pessoas, que procurem lhes impor pensarem de forma unânime sobre determinado tema, nunca foi e nem será um pilar Constitucional sustentável.
  • ​
  • A liberdade religiosa assegurada pela Constituição de 1988 a todo cidadão, garante a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, isto significa que cada pessoa pode manifestar sua fé, sua opinião e crença sem que haja nenhuma forma de constrangimento legal ou moral.
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  • A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil expressa desta forma sua postura contrária ao cerceamento da liberdade de expressão e a liberdade religiosa pois entende que divergir do comportamento sexual, da conduta ética de pessoas não se caracteriza homofobia, muito menos um crime, pois se assim o fosse, os que pensam contrários ao comportamento hetero sexual, deveriam também ser considerados heterofôbicos e criminalizados em sua postura! A liberdade de pensamento e expressão é um direito que assiste a qualquer brasileiro(a) que respeita e cumpre a constituição federal do Brasil.
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  • Compreendemos, respeitosamente, que não existe qualquer comando constitucional expresso de criminalização da homofobia e da transfobia, considerando que o texto constitucional, ao utilizar a expressão “punição”, não determina que seja por meio de uma lei penal;
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  • Destacamos, ainda, que ao nosso ver, não há omissão do Poder Legislativo, poder constitucionalmente encarregado da edição das Leis em nosso País, considerando que encontram-se em tramitação projetos de lei sobre o tema em comento;

Desta forma, a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil vem através desta nota reafirmar seu compromisso com o respeito total as pessoas e suas ideias, com a valorização e respeito às Leis e à Constituição brasileira, sua absoluta certeza de que a Liberdade de Expressão e Liberdade Religiosa não serão tolhidas em nosso pais através de decisão judicial e nem através de Lei, sua convicção de que o processo dialético é útil e saudável a uma sociedade justa e igualitária, e que sempre se pautará pelos princípios e valores da Palavra de Deus.

Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2019

A Diretoria

Ordem dos Pastores Batistas do Brasil

Fonte: Guia-me e Ordem dos Pastores Batistas do Brasil