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Pastor ligado a Trump destaca a importância de Bolsonaro defender Israel

Mario Bramnick acredita que mudança da embaixada trará bênçãos para o Brasil

Mario BramnickMario Bramnick em Israel. (Foto: Divulgação)

Durante a campanha presidencial, somente Jair Bolsonaro (PSL) e Cabo Daciolo (Patriota) defenderam a melhora na relação do Brasil com Israel e a mudança da embaixada para Jerusalém.

Com grande possibilidade de ser eleito, Bolsonaro vem recebendo o apoio de pastores evangélicos dos Estados Unidos que ajudaram a eleger o presidente Donald Trump em 2016 e têm acesso direto à Casa Branca.

Logo que Trump anunciou que os EUA reconheciam Jerusalém como capital do Israel moderno, passou a ser criticado pela imprensa e por diferentes líderes mundiais. Manteve sua posição e tirou a embaixada de Tel Aviv em maio. A medida foi criticada na ONU por 128 países, incluindo o Brasil.

Os palestinos exigem que a porção Oriental de Jerusalém seja sua capital, algo que o governo Lula reconheceu em 2010. De lá para cá as relações entre Israel e Brasil se deterioraram bastante, incluindo uma série de votações contrárias na ONU/UNESCO e a abertura de uma embaixada da Palestina em Brasília.

Diversos pastores brasileiros tem feito movimentos para uma melhora nas relações bilaterais com Israel, mas o governo Temer manteve a mesma postura estabelecida pelo Partido dos Trabalhadores.

Coalizão por Israel

O líder do ministério Coalização de Latinos por Israel, Mario Bramnick, esteve no Brasil duas vezes e defende que a mudança da embaixada trará bênçãos para o país.

Durante um evento em Belo Horizonte, ele trouxe uma palavra profética, convocando a Igreja a orar por isso. “Entendo que se Jair Bolsonaro ganhar a eleição, como presidente ele vai tomar essa decisão de transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém”, afirmou Bramnick ao Valor.

Além do caráter religioso, ele entende que essa decisão terá um grande impacto diplomático. “Obviamente, o presidente Trump está olhando que países estão seguindo o exemplo dos EUA na transferência da Embaixada. Isso vai ser um ponto que ajudará nas relações entre EUA e Brasil e, claro, entre Brasil e Israel.”

Membro do Conselho Executivo Evangélico, um grupo de cerca de 40 pastores que mensalmente faz orações na Casa Branca, onde participam Trump, o vice Mike Pence, e outros líderes do governo. ”

“Eu tive conversas com outros líderes da nossa equipe de fé sobre Jair Bolsonaro e está um clima muito positivo”, afirmou. Ele destaca que o mesmo otimismo é sentido por Michelle Bachmann, uma ex-congressista americana. Evangélica, ela mantém sua atuação política em paralelo com um ministério de evangelização. “Michelle também é parte da equipe de fé e está [vendo um clima] muito positivo com o candidato Bolsonaro”, disse o pastor.

Bramnick já teve algumas conversas com o candidato pelo telefone, mas deixa claro que não fala em nome do governo americano nem do israelense.

Ele revela que teve uma visão da parte de Deus para orar pelo Brasil e acredita que o país experimentará um avivamento nos próximos anos. Isso estaria ligado a uma restauração dos lações com Israel. Afinal, a sessão das Nações Unidas que determinou o restabelecimento de Israel como nação foi liderada pelo diplomata brasileiro Osvaldo Aranha.

“O poder dos cristãos no Brasil é muito grande e é importante a mobilização das igrejas”, afirmou o pastor, que acredita vê muitas semelhanças na campanha de Trump com a de Bolsonaro. Com informações do Gospel Prime, por Jarbas Aragão.
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Pastores chineses preparam-se para dar suas vidas pela pregação do Evangelho

  • Líderes evangélicos desafiam a repressão comunista

    Cruz x Xi JinpingCruz sendo retirada de igreja na China e o presidente chinês. (Foto: Reprodução / Montagem)

    Diante da crescente repressão do Partido Comunista, os pastores da China prometeram continuar pregando o Evangelho, mesmo que isso lhes custe a vida. Aaron Ma, representante da Missão Portas Abertas na China, disse que está denunciando a queima de Bíblias no país.

    “As autoridades confiscaram pertences das igrejas (incluindo Bíblias) e queimaram tudo”, conta Ma. O vídeo mostrando Bíblias e cruzes sendo queimados em Henan foram amplamente divulgados nas redes sociais.

    Os líderes evangélicos estão preocupados com os casos dos cristãos forçados a assinar documentos rejeitando sua fé. Ma lembra que muitos dos que estão pressionados a assinar tais documentos são alunos do ensino médio.

    “Eles são ameaçados para que neguem sua fé cristã a fim de evitarem problemas. Sua fé está sendo desafiada e testada”, explicou o representante da Portas Abertas.

    Esses cristãos sabem que, caso resistam às imposições do governo, podem perder tudo. “Eles precisam que seus pastores e irmãos em Cristo os guiem e encorajam a reconstruir sua fé.”

    Ma ressalta que a China já teve diferentes regulamentações religiosas. Nos anos 80, o cumprimento de certas regulamentações acabou sendo afrouxado e isso permitiu que as igrejas evangélicas se multiplicassem em várias províncias até o início dos anos 2000. Porém, desde que o presidente Xi Jinping assumiu o poder, a repressão voltou.

    Nos últimos anos o país testemunha fechamento de igrejas, confisco de propriedades eclesiásticas, proibição da venda de Bíblias e a remoção de cruzes e imagens religiosas dos templos. Ainda segundo Ma, várias das igrejas maiores acabaram sendo dissolvidas e os fiéis passaram a se reunir em pequenos grupos nas casas.

    Os cristãos chineses atualmente enfrentam “vários tipos diferentes de medo”, assevera o líder missionário. Mesmo assim, uma carta aberta, assinada por quase 350 líderes de igrejas chinesas, está sendo divulgada no país.

    Seus signatários sabem que estão arriscando sua liberdade e a própria vida ao se identificarem nominalmente. A “Declaração em nome da Fé Cristã”, como o documento é chamado, condenou a perseguição aos crentes e clama para que eles continuem ensinando a Bíblia, independentemente do que possam vir a enfrentar.

    O trecho que mais chama a atenção diz: “sob nenhuma circunstância levaremos nossas igrejas a se unirem a uma organização religiosa controlada pelo governo. Também não aceitaremos nenhuma ‘proibição’ ou ‘multa’ imposta às nossas igrejas devido à nossa fé. Por causa do Evangelho, estamos preparados para suportar todas as perdas – até mesmo abrirmos mão de nossa liberdade e de nossas vidas”. Com informações de Christian Post  

     por Jarbas Aragão do Gospel Prime
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“Repense seu cristianismo se você vota em comunista”, alerta pastor

Ednaldo Ribeiro ensina que religião e política se discute, sim

Pastor Ednaldo Batista Ribeiro.Pastor Ednaldo Batista Ribeiro. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em época de eleição, o tema política parece ser onipresente não apenas nas redes sociais. Muitos pastores vêm falando sobre o assunto nos púlpitos pelo país.

No Paraná, o reverendo Ednaldo Batista Ribeiro, titular da Igreja Presbiteriana Central de Cascavel, trouxe uma advertência aos fiéis. Após o sermão no último domingo, quando falou sobre Neemias, ele trouxe uma reflexão intitulada “Há muitos que se dizem cristãos e…”

Apresentando quatro pontos principais, questionou os cristãos que “Oram para Deus livrar a Igreja da perseguição em países comunistas, mas nas eleições votam em candidatos comunistas”. Caso sejam eleitos, estes irão “estragar o nosso país e trazer perseguição sobre os evangélicos”.

Na sequência, disse que é preciso uma séria reflexão daqueles que “oram pedindo a expansão do evangelho, mas nas eleições votam em candidatos que querem taxar e fechar igrejas”.

O líder presbiteriano fez ainda uma repreensão aos que “oram pela família, mas nas eleições votam em candidatos que defendem a sua desconstrução”. Os que fazem isso, assevera o pastor, precisam “repensar o seu cristianismo”.

Ato contínuo, reclamou daqueles que “oram pelos filhos, mas nas eleições votam em candidatos que defendem pedófilos e a ideologia de gênero”.

Ribeiro disse ainda questionar a fé dos que “oram pela libertação dos drogados, mas nas eleições votam em candidatos que defendem a liberação das drogas”.

Pedindo aos fiéis que votem conscientemente, clamem a Deus e orem pelas eleições. Encerrou a mensagem citando o famoso pregador Charles Spurgeon: “Só os tolos acreditam que política e religião não se discute. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar”.

Assista!

“ Só os tolos acreditam que política e religião não se discutem. Por isso os ladrões permanecem no poder e os falsos profetas continuam a pregar ” – Charles Spurgeon.Veja esse vídeo do Rev. Ednaldo sobre as eleições e votos dos cristãos! .Curta e Compartilhe!.#eleicoes2018 #cristaos #soucentral #vempracentral #presbiteriana – por Jarbas Aragão, Gospelprime
Posted by IPCC – Igreja Presbiteriana Central de Cascavel on Tuesday, September 18, 2018