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Pastora morre durante pregação em igreja no interior do Acre

Folha gospel
Pastora pregando (Foto da internet para ilustração)Pastora pregando (Foto da internet para ilustração)

A pastora Jacira Cabral, de 52 anos, morreu na noite de domingo (6) durante um culto na igreja Ministério da Oração, no município de Sena Madureira, interior do Acre.

A filha da pastora, Tatyane Cabral, de 18 anos, relatou que estavam no culto e que a mãe subiu no altar para falar um pouco sobre o novo ano que estava começando e de repente começou a passar mal e soltou o microfone.

“Estávamos no culto louvando hinos e ela foi falar da bíblia, da palavra de Deus e do ano começando. Ela falou alguma coisa bem baixinho que a gente não conseguiu ouvir e já soltou o microfone e caiu para trás”, conta a filha.

Tatyane relata que o médico ainda não falou oficialmente para a família qual foi a causa da morte. Porém, a suspeita é que uma veia na cabeça da pastora tenha estourado e ela acabou morrendo. A filha conta também que a mãe tinha labirintite.

“O que sabemos é que não foi nada no coração dela. Ela já tinha labirintite e sempre estava um pouco ruim da saúde e também da pressão. Ela sempre estava meio cansada e nunca reclamou, mas, quando ela estava ruim, a gente sabia. Ela ficava quietinha no canto e falava, mas não foi o caso”, relata.

Jacira é natural de Rio Branco e congregava na Igreja Ministério da Oração, em Sena Madureira, havia três anos. Além de Tatyane, ela tinha mais três filhos e dois estavam no culto quando ela teve o mal súbito. A pastora chegou a ser encaminhada para o Hospital João Câncio Fernandes, mas já chegou na unidade sem vida.

“Estamos todos tristes, minha mãe estava falando de Deus. Agora é guardar as memórias boas, ela era uma pessoa muito abençoada e todos sentimos muito a falta dela”, lamenta.

Fonte: G1

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Muçulmanos

Mulheres sauditas serão avisadas de divórcio por SMS. E isso é um avanço

Cidadãs da Arábia Saudita receberão comunicados para avisar de divórcios pelo celular; até então, os homens podiam se divorciar sem avisar as esposas
r7.com
Mulheres sauditas receberão avisos sobre divórcio pelo celular, via SMS
Mulheres sauditas receberão avisos sobre divórcio pelo celular, via SMS
Paula Mondego/R7

A partir deste ano, as mulheres na Arábia Saudita serão comunicadas sobre seus divórcios e status conjugal via SMS. Parece um absurdo, mas, para um dos países mais fechados do mundo, isso na verdade é um avanço.

Até o momento, os homens sauditas tinham por lei o direito de se divorciar sem que suas esposas fossem sequer comunicadas. E isso era uma prática comum no país.

Desde domingo (6), os tribunais da Arábia Saudita passaram a emitir comunicados sobre a situação conjugal das mulheres por mensagens de texto. Elas também podem consultar essas informações em um site do governo.

“Proteção de direitos”

Segundo um comunicado do Ministério da Justiça saudita, a medida “visa proteger os direitos das clientes mulheres e aprimorar a transformação digital do país com novos serviços”.

Os SMS que serão enviados pela justiça às esposas terão, além da atualização sobre a situação conjugal, os números de série dos processos de divórcio.

A medida faz parte do processo de abertura do país, promovido pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, que tem governado o país nos últimos anos. O plano, que ano passado deu às mulheres o direito de dirigir, está em implementação até 2030.

Bin Salman havia se transformado em um queridinho da mídia internacional, até outubro de 2018, quando o jornalista saudita Jamal Khashoggi foi brutalmente assassinado dentro do consulado do país em Istambul, na Turquia, supostamente a mando do príncipe.

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católicos

Cardeal diz que abuso sexual ‘é culpa da homossexualidade, não da Igreja’

Pedofilia e estupro
Pedofilia e estupro

Os casos de abuso sexual infantil na Igreja Católica foram causados ​​pela disseminação da homossexualidade e da moral pública moderna, disse o cardeal alemão Walter Brandmüller em entrevista à agência de notícias DPA, afirmando que existe uma conexão “estatisticamente comprovada” entre homossexualidade e abuso sexual.

Segundo o cardeal, a sexualização do mundo moderno nas últimas décadas contribuiu fortemente para o problema.

“O que aconteceu na igreja não é nada além do que está acontecendo na sociedade como um todo”, disse ele, acrescentando que “o verdadeiro escândalo é que a Igreja Católica não se distinguiu do resto da sociedade”.

Ele sublinhou que a discussão pública sobre a questão “esquece ou silencia o fato de que 80% dos casos de agressão sexual na igreja afetaram jovens do sexo masculino, não crianças” e coloca a culpa na igreja, enquanto “apenas um número muito pequeno” de padres perpetrou o abuso.

Brandmüller é conhecido como um dos mais duros críticos conservadores às políticas do Papa Francisco.

Fonte: Sputnik News

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