Categorias
Ciência

A Superlua Azul de Sangue

Rara combinação de fenômenos astronômicos acontece no último dia de janeiro

Esta quarta-feira (31) será uma dia especial para os fenômenos astronômicos. É que nesta noite acontecerá o que a Agência Espacial Norte Americana (Nasa) está chamando de Superlua Azul de Sangue. Neste dia, quem avistar o céu no lugar certo do planeta poderá ver a combinação de três eventos astronômicos de uma vez só: a Superlua, a Lua Azul e a Lua de Sangue. De acordo com dados científicos, a última vez que os três fenômenos aconteceram simultaneamente foi há 150 anos.

A Superlua Azul de Sangue é a combinação de três eventos astronômicos que não acontecem há 150 anos Foto: Nasa/Dominique Dierick

Entenda o que cada um significa:

Superlua
A superlua acontece quando a Lua atinge o ponto mais próximo do planeta Terra. Para os astrônomos, esse período se chama perigeu. Isto ocorre porque a órbita da Lua ao redor da Terra se dá de forma elíptica, fazendo com que, em algum momento, o satélite esteja mais próximo de nós. Nestes casos, a Lua chega a aparecer 14% maior e 30% mais brilhante do que em seu apogeu (fase em que está mais distante).

Lua Azul
Apesar do nome, a Lua não fica, de fato, azul. Ela faz referência à segunda Lua cheia que ocorre no mesmo mês. Este evento acontece porque o intervalo entre uma lua cheia e outra é de 29,5 dias, enquanto o mês tem entre 28 e 31 dias. Por isso, o fenômeno da Lua Azul ocorre a cada dois anos.

Lua de Sangue
Este apelido dramático nada mais é do que o resultado de um eclipse lunar total, que confere uma cor avermelhada ao satélite. No momento que o fenômeno acontece Lua, Terra e Sol ficam perfeitamente alinhados e o nosso planeta se posiciona exatamente no meio deles.

Apesar da raridade do acontecimento, ele não será visto com a mesma intensidade em todos os cantos do planeta. O Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias (IAC, sigla em espanhol) informou à agência EFE que os melhores lugares para assistir o evento são a América do Norte, o Oriente Médio, a Ásia, a Rússia Oriental, a Austrália e a Nova Zelândia.

Categorias
Estudos

‘Relógio do Juízo Final’ fica mais perto do apocalipse

Relógio do Juízo Final
Relógio do Juízo Final

Devido à má resposta de líderes mundiais às ameaças de uma guerra nuclear e às mudanças climáticas, um grupo de cientistas dos Estados Unidos ajustou nesta quinta-feira (25/01) em 30 segundos o “Relógio do Juízo Final” (Doomsday Clock, em inglês) e colocou o ponteiro marcando 23h58. O gesto representa o aumento das possibilidades de a humanidade chegar à sua destruição total.

Essa é a segunda vez que o relógio, criado pelo Comitê do Boletim de Cientistas Atômicos como indicador da suscetibilidade do mundo ao cataclismo, foi adiantado desde a eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2016.

A dois minutos da meia-noite, o relógio indica que humanidade está no ponto mais próximo do apocalipse registrado desde 1953, em meio à corrida armamentista nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética, quando os ponteiros estiveram pela última vez nesta mesma posição.

Segundo a organização, esse ajuste foi necessário devido aos riscos de uma catástrofe nuclear representados pelo programa armamentista da Coreia do Norte, aos conflitos envolvendo a Rússia e à tensão no Mar do Sul da China, além de outros fatores.

“A retórica hiperbólica e ações provocativas de ambos os lados aumentaram as possibilidades de uma guerra nuclear por acidente ou erro de cálculo”, afirmou o comitê, em comunicado, numa clara referência à troca de hostilidades entre Trump e o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

O perigo desenfreado das mudanças climáticas foi outro fator que pesou na decisão dos cientistas para adiantar os ponteiros.

Símbolo apocalíptico

Em 1947, o Comitê do Boletim de Cientistas Atômicos, criou o “Relógio do Juízo Final”, um símbolo apocalíptico que nasceu no contexto da corrida nuclear que se materializou em agosto de 1945 com as bombas lançadas pelos EUA sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.

No primeiro ano, o ponteiro do relógio, uma metáfora visual do perigo de uma destruição deliberada do planeta, marcava sete minutos para a meia-noite. Em 1949, com o primeiro teste nuclear da União Soviética, os ponteiros começaram a ser adiantados para o ponto final.

Desde então, o relógio foi ajustado em 20 ocasiões, variando entre dois minutos para meia-noite e 17 minutos para a meia-noite, em 1991. Normalmente, os cientistas ajustavam apenas minutos completos, mas, em 2017, após o triunfo de Trump nas eleições presidenciais dos EUA, surpreenderam ao adiantarem o relógio em 30 segundos, marcando dois minutos e meio para a meia-noite.Nesta quinta-feira, o relógio voltou a ser ajustado em 30 segundos.

Fonte: Terra

Categorias
curiosidades

Rodrigo Santoro recusa convite para o papel de Jesus na Record TV

Rodrigo Santoro
Rodrigo Santoro

A Record TV já definiu que a sua próxima produção religiosa vai se chamar “Jesus”. Com o fracasso da novela “Apocalipse”, por causa da sua baixa audiência, o canal do líder da Igreja Universal já está correndo atrás de atores e atrizes para a sua nova novela.

A ideia era conseguir um nome de prestígio para levantar as próximas novelas bíblicas.

Segundo o jornalista Bruno Meier, da Revista Veja.com, o desejo da Record TV era ter o ator Rodrigo Santoro (foto) no papel principal da nova novela, ou seja, Jesus.

 Rodrigo Santoro já fez o papel de Jesus no remake de “Ben-Hur”, em 2016.

Meier informou que, antes de embarcar para a Suíça, onde participou de eventos de uma marca de relógios com a qual tem contrato publicitário, Rodrigo Santoro recebeu uma ligação de Fernando Rancoleta, diretor de elenco da Record.

Feito o convite, Santoro teria dado uma resposta imediata recusando. O ator teria informado que está com a agenda cheia neste primeiro semestre de 2018, pois estará em Los Angeles filmando a segunda temporada de Westworld, do canal HBO.

Com informações de Veja.com